BERLIN 10: Open Access Conference
A Universidade de Stellenbosch anunciou que, em parceria com o Instituto Max Planck e a Academia de Ciência da África do Sul, organizará e fará realizar a prestigiosa Conferência de Acesso Livre, Berlin 10 Open Access Conference, será realizada em Stellenbosch, África do Sul, de 07-08 de Novembro de 2012.
Revista da Saúde Pública: a primeira revista brasileira onde o Autor paga
A Revista da Saúde Pública publica em seu sítio a seguinte nota:
Comunicado aos autoresA partir de Janeiro de 2012, a RSP instituirá uma taxa por artigo publicado. Esta taxa será paga por todos os autores que tiverem seus manuscritos aprovados para publicação, excetuadas situações excepcionais devidamente justificadas. Manuscritos submetidos antes de Janeiro de 2012 estarão isentos do pagamento da taxa. A taxa de publicação será utilizada para complementar os recursos públicos que a Revista obtém da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo e de órgãos de apoio à pesquisa do Estado de São Paulo e do Brasil. Esta complementação é essencial para assegurar a qualidade, impacto e agilidade do periódico, em particular para manter várias melhorias introduzidas na RSP nos últimos anos. Tais melhorias incluem sistema eletrônico de submissão e avaliação de manuscritos, revisão da redação científica por especialistas com pós-graduação em Saúde Pública e tradução para o Inglês de todos os manuscritos não submetidos originalmente naquele idioma. Este último procedimento passou a permitir a leitura no idioma Inglês de todos os artigos publicados pela RSP sem prejuízo da opção pela leitura em Português dos artigos originalmente submetidos neste idioma. A taxa será de R$ 1.500,00 (US$ 850.00) para artigos Originais, Comentários e Revisões e de R$ 1.000,00 (US$ 570.00) para Comunicações Breves. Assim que o manuscrito for aprovado, o autor receberá instruções de como proceder para o pagamento da taxa, bem como para, quando couber, solicitar isenção da cobrança. A RSP fornecerá aos autores os documentos necessários para comprovar o pagamento da taxa perante instituições empregadoras, programas de pós-graduação ou órgãos de fomento à pesquisa.
Testemunhamos, assim, a primeira revista brasileira a adotar o modelo “Autor-paga” para sua autosustentabilidade. É uma iniciativa corajosa buscando a sua autosustentabilidade, portanto, mais do que uma decisão corajosa, uma decisão plausível e inovadora em termos da indústria editorial nacional, uma vez que fora do País, existem diversas iniciativas similares e bem sucedidas.

