Como a TI poderia auxiliar no povoamento dos RI
O povoamento de um repositório institucional (RI) é fruto de uma série de fatores, que se inicia pela sua gestão e continua com a adoção de uma política adequada e capaz de induzir os pesquisadores a autodepositar a sua produção científica. Dentre esses fatores, encontra-se um programa de marketing para sensibilizar e induzir os pesquisadores a autodepositar a sua produção científica.
Além disso, existem ferramentas de TI que auxiliam nesse povoamento e uma delas é o SWORD. Veja o que diz Leslie Carr:
“Both EPrints and DSpace allow batch uploads, but more to the point, both of them support the new SWORD [Simple Web-service Offering Repository Deposit] protocol for making automatic deposits in repositories. We (the SWORD developers) very much hope that we will be able to work with established discipline [i.e., central] repositories to allow automatic feed through of deposits from Institutional Repositories into Discipline Repositories and vice versa.”
“Tanto EPrints quanto DSpace e permitem o upload em lote, mais especificamente, ambos suportam o protocolo SWORD [Simples Web-service Offering Repository Depósit] para fazer depósitos automáticos em repositórios. Nós (os desenvolvedores do SWORD) depositamos grande esperança de que seremos capaz de trabalhar com a disciplina estabelecida [isto é, central] repositórios para permitir a alimentação automática por meio de depósitos de repositórios Institucionais em repositórios de disciplina e vice-versa. “
Não sei se o OJS e, portanto, o SEER já testou o uso desse protocolo, mas tudo indica que seria possível incorporar o protocolo SWORD ao OJS e, por conseguinte, ao SEER e viabilizar o depósito automático de artigos publicados em revistas brasileiras, sem a interveniência direta do autor. Isso auxiliria tremendamente o povoamento dos RI brasileiros.
Por outro lado, considedrando que o Dspace já tem integrado o protocolo SWORD, os RI poderiam ser interoperáveis com a plataforma Lattes. Isto, certamente, facilitaria ao pesquisador a atualização do seu curriculum Lattes e o povoamento do RI de sua instituição.
É preciso, portanto, que o SEER também integre esta ferramenta. No entanto, esse tipo de iniciativa escapa ao raio de ação dos gestores dos RI. A boa notícia é que o IBICT, sendo o distribuidor do OJS/SEER poderia customizá-lo com este protocolo, realizar testes e em seguida, promover a distribução do SEER com esta funcionalidade. Isto faz parte da atividade de prospecção tecnológica. Trata-se de uma excelente alternativa para auxiliar os RI em seu povoamento, assim como, aliviar a carga de trabalho por parte dos pesquisadores.
Repositórios Institucionais de Projetos Piloto
No ano de 2009, ao mesmo tempo em que o IBICT abria um processo de licitação para promover o desenvolvimento de repositórios institucionais no País, foram concedidos 5 kits tecnológicos para 5 instituições de ensino superior construírem os seus repositórios institucionais. As instituições contempladas com esses kits foram: Universidade de Brasília, Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Federal da Bahia e Universidade Federal de Pernambuco. Aparenteente, todas estas insituições implantaram os seus repositórios institucionais (RI) e estão em pleno funcionamento.
Relembro que fiz uma critica há algum tempo atrás quanto a morosidade das instituições contempladas com os kits em implantar e povoar os seus repositórios institucionais. Há duas semanas participei de três bancas para avaliação de três trabalhos de conclusão de curso de graduação da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), qdo tive a oportunidade de confirmar aquilo que eu já havia percebido e criticado neste blog. Resolvi, hoje, checar alguns dados e verificar o crescimento dos repositórios institucionais das instituições que receberam os kits na qualidade de projeto piloto. Verifiquei que algumas os RI de algumas instituições funcionam à pleno vapor, como é o caso dos RI da Universidade de Brasília e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade Federal da Bahia. No entanto, duas das instituições participantes do projeto piloto estão, aparentemente paradas. Vejam o gráfico abaixo:
De acordo com a minha percepção, resultado da participação das bancas de exame dos TCC na FURG, ficou claro que a falta de uma política institucional de informação pode ter como consequência esse nível de frustração. Acredito que todas as outras três universidades adotaram a estratégia de a própria biblioteca fazer os depósitos para suprir a falta de tal política. É uma atitude elogiável, visto que, com isto puderam cumprir com as suas obrigações e demonstraram ter capacidade, competência e respeito a um acordo, dado que, os projetos piloto tinham como objetivo acelerar o desenvolvimento dos RI no Brasil. Não sei quais os motivos pelos quais os RI da UFSC e da UFPE não conseguiram decolar ou pelo menos promover o depósito ainda que em quantidades menores. Mas, ambos os RI mantém os mesmos registros de quando foram registrados no OpenDOAR.
Um novo blog na praça: Biblioteca do Bibliotecário
Prezados leitores surge um novo blog na praça, trata-se do blog Biblioteca do Bibliotecário, cujo editor e blogueiro é o prof. Murilo Cunha. Ao prof. Murilo os nossos parabéns por esta excelente iniciativa. O link desse blog estará, a partir de hoje, habitando a coluna, do lado esquedo da página principal deste blog, denominada BLOGS DIVERSOS. É mais uma excelente fonte de informação da área para a área.
SEMANA ACESSO LIVRE AO CONHECIMENTO NA FURG
O Curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), realiza amanhã, dia 27 de outubro/2011, o evento SEMANA ACESSO LIVRE AO CONHECIMENTO para celebrar a semana do acesso livre ou OPEN ACCESS WEEK. Você poderá assistí-lo pela Internet, pelo link: http://webconf.rnp.br/uab_furg
Local na FURG: Secretaria de Educação a distância
As questões e/ou duvidas poderão ser encaminhadas por email para acessolivre.furg@gmail.com
A programação é a seguinte:
14h 30min – Repositório Institucional da Universidade Federal do Rio Grande
Pela: Profa. Dra. Angélica C. D. Miranda
15h – Periódicos eletrônicos de Ciência da informação e a produção científica, entre os anos de 2005 – 2010
Por: Deisiree Amaral
16h – Repositórios Institucionais presentes em Universidades Federais brasileiras
Por: Franciele Scaglioni da Cruz
17h – INCLUSÃO SOCIAL: abordagens na Ciência da Informação
Por: Alex Serrano de Almeida
À profa. Dra. Angélica C.D. Miranda os nossos agradecimentos pela organização e realização deste evento.
Repositórios Institucionais na América Latina
Será realizada uma videoconferência na cidade de Lima-Peru, às 12:30, horário de Brasília, a ser proferida por Margarita Lisowska, intitulada: Videoconferencia: Repositorios Institucionales de Acceso Abierto en América Latina y su rol en la visibilidad de la producción académica y científica
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Para assistí-la, clique aqui
Esta videoconferência se insere na programação da semana peruana do acesso livre, Open Access Week Peru. Há uma diferença horária de 3 horas. Na realidade, esta videoconferência estará sendo realizada às 9:30, em Lima-Peru, que equivale, no horário de Brasília, a 12:30.
Outras videoconferências serão realizadas em seguida, às 13:30 de Brasília:
Open Access Week
Divulgo abaixo uma série de links recomendados pela Profa. Chloe Furnival da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), que gentilmente encaminhou um email sugerindo, a quem esteja interessado em acompanhar esses eventos sobre OA no mundo e, eventualmente, esteja interessado em conhecer sítios que oferecem o acesso livre a diversas fontes de informação, seguem os links abaixo:
Site Oficial da SPARC:
http://www.openaccessweek.org/
http://www.arl.org/sparc/
Uma geração que aposta no OA no Brasil
http://kuramoto.blog.br/2011/10/20/uma-geracao-que-aposta-no-oa-no-brasil/
Acesso Aberto USP
http://www.acessoaberto.usp.br/
Semana de Acesso Aberto em Portugal:
http://www.acessolivre.pt/semana/
NECOBELAC: Uma rede de colaboração entre os países Europeus e Latino Americanos e Caribe.
http://www.necobelac.eu/pt/index.php
Mapa mundial de actividades de la Semana de Acceso Abierto 2011
http://www.grandir.com/es/descargas/mapa-de-actividades-oaw2011/numero-de-actividades-por-pais
Diretório de Revistas Científicas em Acesso Aberto (DOAJ):
http://www.doaj.org/doaj?func=byCountry&uiLanguage=en
Lista de Repositórios institucionais (em acesso aberto) por país:
http://www.opendoar.org/countrylist.php
Políticas Institucionais e de agencias de fomento que promovem o acesso aberto:
Faça sua busca no BioMed Centra – um dos mais importantes repositorios de acesso aberto em saúde – com “author affiliation” = a sua instituição (fiz com UFSCar):
http://www.biomedcentral.com/search/
Peter Suber (prof da Universidade de Harvard) – Open Access Overview
http://www.earlham.edu/~peters/fos/overview.htm
EBooks
Uma seleção de alguns serviços gratuítos:
Coleção Propg Digital 2011 UNESP:
http://www.culturaacademica.com.br/
Project Gutenberg
Penn University EBooks
http://onlinebooks.library.upenn.edu/archives.html
Haithi Trust Digital library
Material “out of copyright” de todos os campos disciplinares
Gallica
Electronic Library da Bibliotheque Nationale
China US million book digital library Project http://www.cadal.zju.edu.cn/IndexEng.action
Teses e dissertações:
Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações
EThOS
Dart Europe
http://www.dart-europe.eu/basic-search.php
Networked Digital Library of theses and Dissertation
À profa. Chloe Furnival os nossos agradecimentos por este presente.
Uma geração que aposta no OA no Brasil
Apesar de estar ainda de férias, estou, hoje, na progressiva cidade do Rio Grande-RS, desde a última terça-feira, dia 18/10/2011, onde deverei ministrar uma palestra no dia 21/10/2011 sobre o acesso livre. Ontem, tive a agradável oportunidade de participar de três bancas de exame de trabalhos de conclusão de curso do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Rio Grande (FURG).
Foi uma grande satisfação poder participar dessas três bancas, pois, mais do que simplesmente participar, pude averiguar a boa qualidade dos trabalhos apresentados. Além disso, os três trabalhos tiveram como tema o SEER, Repositórios Institucionais e, consequentemente, o Open Access. São trabalhos de conclusão de curso (TCC), portanto, a nível de graduação, mas com excelente qualidade.
O primeiro TCC apresentado e examinado foi da formanda em Biblioteconomia Tatiane Priscila Pinto Corrêa, com o título: “A Usabiblidade da Seção de Avaliaçãodo do Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas(SEER) na Visão dos Avaliadores das Revistas do Portal de Periódicos Científicos da FURG”, o segundo do TCC apresentado foi o da formanda em Biblioteconomia Franciele Scaglioni da Cruz, cujo título é: “O processo de criação e manutenção dos repositórios institucionais (RI) das Universidade Federais brasileiras”. O terceiro TCC apresentado foi o da formanda em Bibloteconomia Elisângela Mota Pires, cujo título é: “Repositórios Institucionais: Características através da Visibilidade”
O primeiro TCC mencionado traz interessantes contribuições ao aperfeiçoamento do software Open Journal System e, consequentemente, para o SEER, sua versão em língua portuguesa. O segundo e terceiro TCC fizeram levantamentos junto às instituições que receberam os kits tecnológicos do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) para desenvolvimento e implantação dos seus RI. Estes dois últimos TCCs trazem importantes contribuições que poderão ajudar no aperfeiçoamento dos RI no Brasil.
O que é louvável nos trabalhos apresentados é o interesse dessas alunas de biblioteconomia em temas recentemente introduzidos no Brasil, pelo IBICT: o SEER e o OA. Isto mostra a importância desses temas, pois, não apenas alunos da graduação, mas também diversos mestrandos e doutorandos vêm desenvolvendo trabalhos, ou melhor, pesquisas enfocando o OA. O mais importante de tudo isto é a percepção do surgimento de uma nova geração mais sensível ao novo cenário tecnológico e político da informação científica no País. Isto reforça e renova as esperanças no progresso da informação científica no País.
Devido aos resultados alcançados e qualidade dos TCCs solicitei à profa. Angélica C.D. Miranda e às autoras dos TCC autorização para divulgá-los neste blog. Assim, voltarei oportunamente divulgando os links e comentando os trabalhos apresentados.
Aproveitando a oportunidade para renovar os meus agradecimentos à Profa. Angélica C.D. Miranda e às suas alunas o convide e a bela oportunidade de poder participar e também discutir os referidos TCC. Às formandas em Biblioteconomia, além de reiterar os agradecimentos os meus votos de uma carreira de muito sucesso e um pedido para que dêem continuidade aos seus trabalhos, seja por meio de novas pesquisas ou seja por meio da transferência de suas experiências a outros futuros profissionais da informação.
Avaliação do Blog do Kuramoto
Aos 55 leitores do Blog do Kuramoto que participaram da sua avaliação o meu muito obrigado. Ela serviu para uma percepção melhor do alcance do blog e dos ajustes necessários. O número de avaliações superou as minhas expectativas, havia definido como 50 o número de avaliações.
Vejam o resultado final aqui.
Algumas correções já foram feitas em função dos comentários apresentados. Houve observações acerca da pouca interação entre o blog/blogueiro e a sua comunidade leitora. Realmente é um aspecto que já vinha me preocupando e tenho pesquisado formas de estimular uma maior interação com a comunidade leitora. O próprio blog oferece um link para comentários. Devo dizer que ao longo da história do blog, foram postados 487 matérias e um total de 498 comentários, dos quais 478 foram aprovados. Os comentários não aprovados são aqueles considerados SPAM. Dentre os 478 comentários encontram-se tanto os reais comentários quanto as minhas respostas. Portanto, realmente o nível de interação deixa a desejar. De toda a forma, a interação com a comunidade leitora é uma via de mão dupla, não depende apenas do blogueiro, mas também da comunidade leitora.
De uma forma geral, a avaliação foi bastante positiva.
BDTD: uma síntese histórica
Este ano, 2011, a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD) completa 9 anos de existência, 9 anos de muita luta e iniciativas de fragmentação. Neste contexto, gostaria de render uma pequena homenagem à esta iniciativa e aos seus idealizadores, fazendo uma síntese da BDTD.
No dia 12 de dezembro de 2002 o ministro da Ciência e Tecnologia, à época, o embaixador Ronaldo Sardemberg lançou a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD) em solenidade realizada no auditório do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia(IBICT).
Esse foi o coroamento dos esforços de desenvolvimento emplantação de um projeto que se iniciou em 2001, financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), coordenado pelo IBICT, em termos institucionais, e contou com o apoio de um Comitê Técnico Científico, composto à época por representantes do Conselho de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenacão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), da Secretaria de Educação Superior (SESU) do Ministério da Educação (MEC), da Bireme, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), da Universidade de São Paulo (USP), da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ), da Finep e do próprio IBICT. A coordenação técnica foi de Sílvia Barcellos Southwick, que trouxe efetivamente todas as inovações tecnológicas introduzidas na BDTD e que a tornou um projeto pioneiro, não apenas, no Brasil, mas em todo o hemisfério sul, hoje a BDTD é a maior rede de bibliotecas digitais de teses e dissertações do hemisfério sul e integra, no momento, 96 (noventa e seis) instituições de ensino superior (IES),com um total de 166.556 teses e dissertações, indicador visto em 15/10/2011 neste link.
O projeto da BDTD foi muito bem concebido, principalmente, em termos de inteorperabilidade, visto que, foram utilizados padrões adotados internacionalmente, como o protocolo OAI-PMH – Open Archives Initiative Protocol of Metada Harvesting, o Dublin Core que deu origem ao ETD-MS – Elecctronic Theses and Dissertation Metadata Set, que deu origem ao MTD-BR, o padrão brasileiro de descrição de teses e dissertações.
Graças à utilização desses padrões, a BDTD tem os seus metadados coletados e disseminados pela NDLTD – Networked Digital Library of Theses and Dissertations (NDLTD), a biblioteca global de teses e dissertações que envolve instituições de mais de cem países. A BDTD é também coletada e disseminada pelo agregador (OAI service provider) BASE – Bielefeld Academic Search Engine da Bielefeld University Library. Isto significa que as teses e dissertações depositadas na BDTD são disseminadas a nível global por estas e outras inicitativas.
A BDTD é fruto de um projeto inovador,e que introduziu definitivamente o uso do protocolo OAI-PMH em sistemas de informação no país, além, de suscitar o desenvolvimento de estudos sobre esse protocolo. Na BDTD é possível encontrar alguns desses estudos, em um total de 12 teses e dissertações, encontram-se 4 teses e 8 dissertações.
Assim, a BDTD mais do que um mecanismo de registro de teses e dissertações é um mecanismo de maximização da visibilidade das teses e dissertações desenvolvidas e defendidas por brasileiros, não apenas a nível nacional mais, principalmente, a nível internacional.
Concluindo, não se pode esquecer de agradecer à Sílvia Bracellos Southwick, pela sua competência técnica, visão de futuro e pelo legado que deixou à ciência brasileira e ao Instituto, à Profa. Ana Pavani pela seu apoio constante e pela monitoração constante e, finalmente, à Sueli Amélia Maffia pela sua capacidade gerencial e coordenação da rede. A BDTD é, definitivamente, um marco na história dos sistemas brasileiros de informação.
Ultimo dia para avaliar o Blog do Kuramoto
Chegamos ao dia 15 de outubro de 2011, data definida como sendo o último dia para avaliação do Blog do Kuramoto. Até o momento, 42 leitores do Blog o avaliaram e os resultados deverão me ajudar no aperfeiçoamento do Blog. Já tenho alguns subsídios oriundos deste levantamento. Vejam um sumário dos resultados por questões respondidas, clcando aqui.
Mas, o processo de avaliação ainda não está concluído, conforme minha proposta inicial, esta avaliação poderá ser realizada até o final do dia de hoje, 15 de outubro de 2011. Portanto, conto com a colaboração daqueles que ainda não participaram dessa avaliação. Para tanto, basta clicar em Quero avaliar o Blog do Kuramoto.


