Pontos importantes de serem destacados da carta de Barbara Kisop
A carta de apoio encaminhada por Barbara Kisop é importante não apenas pelo apoio que dá ao projeto de lei FRPAA, mas por mostrar o nível de envolvimento dos países em prol do acesso livre no mundo. Além das iniciativas dos dois países de maior desenvolvimento científico, Estados Unidos e Reino Unido, ela indica a existência de mais de 200 importantes organizações científicas com iniciativas em favor do acesso livre, e isto pode ser visto no ROARMAP.
Verifiquei neste sítio a existência de 220 mandatos, ou seja, políticas de informação para garantir a alimentação dos repositórios institucionais, departamentais etc. Isto significa que a comunidade científica internacional aderiu definitivamente às estratégias de Open Access (acesso livre).
Para corroborar com esse engajamento, a Bielefeld Academic Search Engine (BASE) da Bielefeld University Library, um service provider que coleta metadados de 1.665 provedores de dados em todo o mundo, inclusive no IBICT, mantém um repositório com cerca de 24.261.000 documentos em acesso livre.
A esta iniciativa se soma Scirus, que segundo o próprio sítio informa, oferece acesso a cerca de 370 milhões de ítens de informação (artigos, teses, dissertações, etc.). Em todo esses acervos acessíveis livres de custo e qualquer barreira. Open Access é, hoje, uma realidade!
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