Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira
No último dia 05 de novembro, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), sob a minha coordenação organizou e realizou o I Encontro sobre Gestão de Repositórios Institucionais. Durante a relização desse evento, lançamos o primeiro livro brasileiro sobre Gestão de Repositórios Institucionais. O título é um desafio à maximização da produção científica brasileira. Esse livro se insere nas iniciativas do Ibict em direção ao acesso livre. O livro foi escrito por Fernando César Leite, um de nossos maiores defensores do acesso livre, jovem pesquisador da Embrapa, ex-consultor do Ibict e acredito, em breve, professor da UnB. O livro servirá de guia para o desenvolvimento dos repositórios institucionais nas universidades brasileiras. Ele foi escrito com esse propósito e contém diretrizes importantes que levam o desenvolvimento de repositórios institucionais a alcançar o êxito esperado.
O evento foi coroado de pleno êxito e, apesar da pouca divulgação ou da pouca promoção, o Ibict alcançou os objetivos traçados para esse evento, que era o de apresentar e discutir as diretrizes para o desenvolviemnto de repositórios institucionais.
Eu, pessoalmente, considero que o referido evento e os seus objetivos alcançados foi o principal marco da história recente do Instituto, pois, além de discutir as diretrizes, estabeleceu um cronograma que permitirá ao país incrementar o seu conjunto de repositórios institucionais em 33 novos repositórios. O Ibict deu início, efetivamente, ao cumprimento de sua missão institucionais, talvez a mais antiga das missões, que é o registro e a disseminação da produção científica brasileira. E, o Instituto o fez de forma inovadora, lançando um livro virtual que pode ser acessado aqui.

